
Acompanhado por técnicos da Fundação de Meio Ambiente do Pantanal, o gestor inspecionou os pontos afetados pela turbidez (medida que indica a presença de terra ou sujeira misturada no líquido). Embora a mineradora atuante na área esteja fornecendo suporte emergencial aos residentes, a gestão municipal quer pareceres técnicos próprios para respaldar os órgãos de fiscalização estaduais e federais.
Durante a agenda na zona rural, a comitiva permaneceu cerca de 40 minutos nas dependências da escola local. No período, a equipe presenciou o trânsito constante de carretas pesadas e o acionamento repetitivo de buzinas ao lado das salas de aula. A poluição sonora frequente atrapalha as atividades pedagógicas e tira a tranquilidade dos estudantes.
Para centralizar as demandas, a Prefeitura anunciou a criação imediata de um comitê de acompanhamento composto por líderes comunitários e representantes governamentais. O grupo terá como missão monitorar a qualidade do recurso hídrico, sugerir rotas alternativas para os caminhões e cobrar providências definitivas das empresas responsáveis.
“Nosso papel, enquanto Prefeitura, é estar presente, ouvir os moradores, acompanhar os desdobramentos e garantir que as providências necessárias sejam tomadas. Por isso, a Fundação de Meio Ambiente dará andamento às avaliações técnicas e prestará o suporte necessário para a atuação dos órgãos competentes de fiscalização”, declarou o chefe do Executivo corumbaense.