
A proposta visa ampliar a cobertura vegetal, selecionar espécies adaptadas às condições locais, preservar árvores de valor paisagístico e organizar o manejo arbóreo. De acordo com a diretora-presidente da FMAP, Cristina de Arruda Ferreira Fleming, o plano alinha a cidade às diretrizes dos programas nacionais Cidades Verdes e Resilientes e Adapta Cidades, contando ainda com a colaboração técnica da Embrapa voltada para o enfrentamento das altas temperaturas.
O texto apresentado possui caráter preliminar e está aberto ao recebimento de contribuições dos moradores antes da redação final. O diretor técnico da empresa Arboran, Charles Coelho, reforçou que a participação popular é essencial para que o documento reflita as reais necessidades dos bairros e previna interferências com redes de serviços e infraestrutura.
O plano trata a arborização como componente de infraestrutura verde de utilidade pública. Entre os impactos diretos esperados para a cidade estão o aumento das áreas de sombra, a diminuição da temperatura urbana, o estímulo à infiltração de água no solo, a redução da velocidade dos ventos e a oferta de abrigo para a fauna local.